Muçulmanos estão capturando cristãos para roubar seus órgãos
O país recebeu a visita do papa Francisco em setembro e ouviu o
pontífice criticar os grupos extremistas, afirmando que eles
“desnaturalizam o autêntico sentido religioso, distorcem e
instrumentalizam” as diferenças, transformando isso em um “fator
perigoso de conflito e violência”. Cerca de 40 dias após esse pronunciamento, uma denúncia grave mostra
que isso foi levado ao extremo. Embora com pouca repercussão na mídia do
Brasil, está comprovado que muçulmanos albaneses estão sequestrando
cristãos, dissecando-os vivos, retirando seus órgãos e vendendo-os para a
Arábia Saudita e Turquia. As denúncias não são novas. Há registros que esse tipo de operação
ocorria cerca de 15 anos atrás. Porém, eram considerados apenas “crimes
de guerra”, por causa da situação vivida na região.
Agora, um cristão, oficial aposentado das forças armadas da Albânia,
chamado Lazar veio a público denunciar que isso continua acontecendo.
São verdadeiros açougues humanos, onde as pessoas são mortas para ter
seus órgãos vendidos no “mercado negro”. As vítimas são na sua maioria
cristãos sérvios, “homens, jovens mulheres e crianças”.
Para comprovar suas acusações, Lazar lembra que um documentário produzido pela rede de TV alemã Deutsche Welle, alguns
anos atrás já mostrou que isso realmente ocorre na Albânia. As Nações
Unidas nunca investigaram oficialmente a situação. O oficial albanês afirma que essa prática bárbara está ligada ao que o
Estado Islâmico está fazendo com cristãos na Síria e no Iraque e que
existe um amplo mercado para os órgãos dos cristãos no Oriente Médio.
Esse mesmo site havia revelado em março a existência de “matadouros de cristãos”
nos distritos de Siba e Bayyada, na região de Homs, na Síria. Os
sacrifícios são feitos por um açougueiro acostumado com o abate de
ovelhas. Com informações de Right Wing News
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