Estado Islâmico leiloa meninas cristãs como “escravas sexuais”
Rotineiramente, as notícias
relacionadas à organização extremista muçulmana do Estado Islâmico (EI) geram
horror no mundo ocidental. O principal motivo para isso é que seus membros
tentam impor a lei sharia para todos os que vivem dentro de seus domínios.
Invasão de cidades, massacre de
moradores, crucificação e decapitação de cristãos já foram manchetes em
diversos órgãos de imprensa e até o momento nenhum posicionamento oficial da
Organização das Nações Unidas (ONU).
Hoje, o influente jornal inglês Daily
Mail publicou uma reportagem que mostra mais de perto um aspecto amplamente
ignorado fora do mundo islâmico: o mercado de escravas sexuais.
Previsto pelo Alcorão na Sura 4:24, a
prática é explicitada em tempos de guerra – como a que os soldados do EI
acreditam estar lutando. Eles não podem, contudo, usar muçulmanas para isso,
portanto atualmente o leilão entre eles é com prisioneiras cristãs e yazidies,
uma minoria religiosa do Curdistão. Um
vídeo encontrado no celular de um miliciano mostra um pouco como funciona a
venda de mulheres capturadas pelos fundamentalistas. Outros relatos, como os da
organização não governamental Humans Rights Watch, mostram testemunhos de
mulheres que serviram como escravas contando que crianças também são compradas
e vendidas.
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